Enraizada
Estamos aqui para ficar, crescer e dar frutos (literalmente).
A Quinta dos Curubas é um lugar antes de ser uma marca. São 9.000 m² de jardins em Vila Franca do Campo, mais de 600 espécies botânicas, casas em madeira e uma forma muito particular de receber. Quando nos pediram para construir a presença visual deste alojamento, a primeira coisa que fizemos foi caminhar pelo jardim.
Com 9.000 m² de jardins, a Quinta dos Curubas é um espaço biodiverso e cuidadosamente desenhado para acolher com simplicidade. Cada casa foi construída em madeira, com isolamento natural, e a água da chuva é reaproveitada.
Mais de 600 espécies botânicas habitam o espaço: desde maçãs das Furnas, abacateiros, bananeiras e hibiscos, até vegetação vinda do Brasil, África do Sul, Etiópia e Inglaterra. Aqui, tudo está ligado: a terra, a arquitetura e quem visita.
É da terra, da textura das folhas, das formas orgânicas e dos ciclos naturais que retiramos a base desta linguagem visual. O jardim foi a fonte da nossa inspiração, onde cada espécie botânica que cresce na Quinta (abacateiro, hibisco, hortênsia, maçã das Furnas) informa a paleta, as ilustrações e o ritmo da marca.
Este jardim é identidade. E é dele que nasce a proposta visual.
Estamos aqui para ficar, crescer e dar frutos (literalmente).
Mais de 600 espécies de plantas e árvores de fruto, num espaço que funciona como jardim botânico habitável.
Sustentável antes de ser moda. Captação de águas pluviais, painéis solares há 18 anos, casas em madeira com eficiência energética e acústica.
Cesto de fruta à chegada. Nomes em vez de números de quarto. Como receber família que ainda não conhecemos.
Quatro cores tiradas diretamente do espaço: o verde escuro das copas, o verde musgo dos caminhos, o verde névoa que paira sobre o jardim ao amanhecer, e o coral vivo da flor de curubá que dá nome ao lugar. Cores que vêm da terra, da fruta e da luz.
Desenhámos uma biblioteca de ilustrações botânicas a partir da flora real do espaço: maçãs das Furnas, abacates, ameixas, hortênsias, folhas e flores específicas dos jardins. Aplicam-se como padrões subtis, elementos decorativos ou texturas sensoriais, no website, em etiquetas, sinalética, papelaria ou suportes digitais.
Cada ilustração tem origem numa planta que realmente cresce aqui. A marca não desenha o que imagina, desenha o que encontra.
Acompanhámos a sessão em pessoa, durante dois dias. Cottages, jardim, percursos, detalhes, fotografámos sem direção forçada, deixando a luz natural conduzir. O objetivo não era construir uma encenação, mas registar o que existe: o musgo entre as pedras do caminho, a sombra das árvores sobre a relva, a madeira que envelhece bem.
Realizámos também um vídeo promocional a acompanhar a sessão fotográfica, para os canais digitais da Quinta, uma peça curta que percorre o jardim e os cottages, à mesma velocidade tranquila com que alguém os descobre quando chega.
Cartões de boas-vindas com ilustrações personalizadas. Sinalética pelo jardim. Website fluido, funcional e emocional. Documentação de apoio a reservas e eventos. Cada peça reforça o cuidado e a experiência do lugar, quem chega à Quinta sente que o mesmo gesto que desenhou o logo desenhou também a embalagem da fruta de chegada e a placa que indica o caminho para os cottages.
O website foi pensado como um percurso, sem labirintos. Quem chega percebe rapidamente o que é a Quinta, vê os cottages, encontra as datas e reserva. Mobile-first, otimizado para velocidade, com integração direta no sistema de reservas.
A linguagem visual desenvolvida para a marca atravessa o site inteiro: as cores da paleta, as ilustrações botânicas como elementos decorativos, a tipografia com carácter, e a respiração entre blocos que deixa o conteúdo viver sem pressa.
A Quinta dos Curubas Cottages é um alojamento local sustentável situado em Vila Franca do Campo, São Miguel, Açores. Em 9.000 m² de jardins biodiversos, oferece estadias em cottages de madeira pensados para integrar quem chega com o que cresce à volta.
Mais de 600 espécies botânicas habitam o espaço, captação de águas pluviais, painéis solares instalados há 18 anos, isolamento natural, uma proposta de hospitalidade pensada para durar tanto quanto o jardim que a sustenta.
Vamos construir uma identidade que respira o lugar de onde vem.
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